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O que é estratégia?

Em um artigo escrito em 1996, Michael E. Porter nos deu uma verdadeira aula sobre estratégia, polêmico como nunca, seus conceitos se mantém, até certo ponto, bem atuais. Vamos a eles.

Eficiência operacional não é estratégia.

Posicionamento, antes o coração da estratégia, é  tido como muito estático no dinâmico mercado atual. De acordo com os novos dogmas do marketing, rivais podem rapidamente copiar qualquer posicionamento de mercado, e a vantagem competitiva é, na melhor das hipóteses, temporária. Na verdade um conceito muito polêmico e discutido, por exemplo, como classificaríamos a empresa de computadores Dell, cuja vantagem comparativa e posicionamento estratégico se baseia totalmente na eficiência operacional? Porter não explica isso.

“Uma empresa pode bater os rivais somente quando conseguir estabelecer e principalmente preservar a diferenciação.”

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Resenha: Rethinking Marketing.

Michel de Broin, Encircling, 2006, Asphalt, yellow paint, road sign, 14.8 x 21.9 m, Scape Biennale, Christchurch, New Zealand

A idéia de desconstruir toda a estrutura organizacional tradicional de marketing que existe em torno dos produtos e marcas de uma empresa e reconstrui-la com o consumidor ocupando a posição central, de destaque, não é nova. Porém, a cada dia, esta abordagem ganha mais força, a medida que novas tecnologias e formas de interação com os consumidores vão ficando mais acessíveis as mais variados tipos e portes de empresas.

Nunca na história as empresas tiveram acesso a tantas ferramentas e tecnologias para interagir com consumidores diretamente e vice versa. A comunicação e abordagem em massa usuais no marketing tradicional já não são mais eficazes na construção de estratégias de lançamentos de produtos, construção de marcas e qualquer tipo de relacionamento empresa-cliente. O consumidor precisa estar envolvido, precisa ser consultado, participar, a palavra de ordem nas empresas é “cultivar” os consumidores, nem que as empresas tenham que mudar radicalmente suas estratégias e estruturas, reinventando os departamentos de marketing. A empresa deixa de “empurrar” produtos para atender as necessidades de grandes massas de consumidores e passa utilizar informações de forma inteligente para estabelecer vínculos cada vez mais permanentes, promovendo os produtos que mais atendem as necessidades pessoais e individualizadas de seus consumidores.

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Nova categoria no blog: Resenhas.

Encontrei uma forma de aumentar em 100% minha produtividade relacionada aos textos que escrevo. A idéia é simples, vejam, um dos métodos de estudo requisitado pelo programa de MBA que freqüento é o de escrever resenhas ou resumos de textos relacionados as mais variadas áreas da administração e paralelo a isso os assuntos que abordo aqui no blog geralmente estão ligados a negócios, empreendedorismo e administração também, pensei, porque não juntar as duas coisas? Enquanto estudo, gero conteúdo para o blog e vice versa, mais simples e direto, impossível.

Por isso, inauguro esta nova categoria aqui no blog: Resenhas, onde compartilho com vocês resumos sobre textos que estamos discutindo em meu programa de MBA, no Insper, em São Paulo.

Espero que gostem, grande abraço e até breve.

Afinal, precisamos de bonequinhos para vender carne?

Indústrias de carne bovina não tem um histórico muito favorável quando se aventuram em campanhas e ações de marketing, infelizmente. Na verdade, é difícil promover um produto como a carne bovina in natura junto ao consumidor final e mais difícil ainda promover uma determinada marca de carne, os especialistas em marketing que o digam. Diante disso gostaria de comentar com vocês sobre dois assuntos relacionados ao tema, a recente campanha institucional que o  JBS está veiculando nas mídias e uma ação de marketing também do JBS chamada “Promoção Mini Astros Friboi”. Leia mais

Pecuária, paixão ou cifrão?

Quando  elaborei a última enquete aqui no blog, Por que você é pecuarista? Queria ver a opinião de vocês sobre as razões e motivações que nos levam a trabalhar neste ramo. Algumas respostas me surpreenderam, outras nem tanto, enfim, foi uma experiência muito bacana que espero poder repetir com outros temas por aqui.

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Enquete no blog – Porque você é pecuarista?

Gostaria de saber a opinião de vocês sobre a atividade da pecuária, porque escolheram esta profissão? Porque trabalham com isso, o que os motiva a continuar nela?

O espaço esta aberto, deixe sua opinião. Prometo escrever um texto sobre este assunto logo mais.

Grande abraço.

Olhando os balanços dos frigoríficos no 3T11.

Sem delongas, vamos aos números finais das DREs do 3T11 (os números estão arrendondados, são públicos e estão disponíveis na internet):

JBS – Prejuízo de 67 milhões de reais.
Minerva – Lucro de 15 milhões de reais.
Marfrig – Prejuízo de 540 milhões de reais.

Assustam, não? Mesmo o Minerva, que apresentou lucro, se saiu bem pior que no mesmo período do ano passado, quando registrou resultado positivo de 24 milhões de reais. Mas, sem críticas as empresas ok. Compreendo os problemas relacionados ao câmbio, exportações e sazonalidade no mercado de carne. O que realmente me chama a atenção nos números apresentados é o porque dos dois principais grupos, Marfrig e JBS, capitaneados pelo BNDES, ou seja, com recursos públicos subsidiados, terem escolhido estratégias de expansão e crescimento tão duvidosas? As notas explicativas dos balanços nos dão conta de que as empresas internacionais que foram adquiridas pelos brasileiros nestes últimos anos, especialmente as americanas, contribuíram, e muito, para os resultados negativos apresentados.

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